sexta-feira, 27 de junho de 2008

Burton + Depp

Hoje em dia essa talvez seja a dupla mais amada dos cinemas, muitos cinéfilos adoram os trabalhos de Tim Burton em conjunto com Johnny Depp, é claro que também temos os néo-fãs que descobriram o ator após o mega sucesso de "Piratas do Caribe", em especial as jovens meninas, o importante é que essa dupla vem realizando grandes obras para o cinema, porém tenho que dizer que ainda prefiro outra parceria, feita de Martin Scorcese e Robert Deniro que nos trouxe obras-primas como "Taxi Driver", "Touro Indomável", "Os Bons Companheiros" e "Cassino". Ainda assim Burton e Depp fizeram suas obras relevantes, e tem ao menos 2 pequenas obras-primas em seus currículos juntos, "Edward Mãos de Tesoura" e "Ed Wood", também sou apaixonado por "Noiva Cadáver". Ainda fizeram o ótimo "A Fantástica Fabrica de Chocolates", o apenas razoável "A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça", e mais recentemente "Sweeney Todd" que vi ontem e irei falar um pouco sobre.

Tim Burton adora um universo gótico e recheado de humor negro, e é essa atmosfera que ele traz para a Londres vitoriana. Consumido pelo desejo de vingança contra o juiz Turpin (Alan Rickman, sempre espetacular) que o mandou para a cadeia na Australia por 15 anos a fim de ficar com sua mulher, Benjamim Barker se transforma em Sweeney Todd ao retornar, usando sua profissão de barbeiro para cortar as gargantas de seus inimigos ou qualquer um que entre em sua barbearia, jogando todos os corpos em um alçapão para que eles sirvam de matéria prima para as tortas da senhorita Lovett (Helena Bonham Carter, sensacional) que acabam virando um sucesso na cidade.
Sweeney planeja também recuperar sua filha Johanna que está em poder do juiz e que pretende se casar com ela, para isso ele contará também com a ajuda do jovem Anthony que se apaixona por ela, mesmo sem saber que ela é na verdade filha de Sweeney, esse é o ponto fraco do filme, esse romance não tem força nenhuma e a história fica chata sempre que se cocentra nele, e os dois atores não ajudam muito.
Já a parte músical do filme é eficiente, embora não seja um bom cantor Depp se sai bem assim como todos nesse quesito, mais diferente de filmes como "Chicago" e "Moulin Rouge", aqui não existem coreografias e grandes danças, as músicas servem mais como conversa entre os personagens, o que é o correto nesse filme, e as músicas são boas em sua grande maioria, e o tom de ópera também é ótimo.
O filme também aposta forte no sangue, que jorra sempre de forma absurda e espetacular quando Sweeney Todd corta a garganta de alguém, nunca soando como uma violência realista. falando em Todd, Johnny Depp oferece mais uma brilhante atuação como o personagem título, ele não busca suavizar o papel e acaba virando um psicopata tão ou mais perigoso que o juiz e suas atrocidades, Depp sempre se mostra corajoso em suas escolhas.
Outro ponto falho do filme é a falta de emoção, seu final completamente trágico não emociona o espectador como deveria, ao invés de lágrimas, apenas lamentamos, o que é decepcionante, já que seu final merecia mais emoção por parte do espectador.

Filmes da dupla Burton + Depp em ordem de preferência

1- Edward Mãos de Tesoura
2- Ed Wood
3- Noiva Cadáver
4- Sweeney Todd
5- A Fantástica Fárica de Chocolates
6- A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Indy

Sou fã da série "Indiana Jones", muito fã pra dizer a verdade, possuo a versão especial da trilogia em DVD e vi inúmeras vezes, sempre me empolgo e sempre me emciono, por isso fiquei animado com o lançamento da quarta aventura, mais a animação sumiu durante o filme e desejei que nunca tivesses feito o filme, a trilogia é perfeita demais e não merece um filme como esse agora. Então listarei os 10 grandes problemas com "Indiana Jones e O Reino Da Caveira de Cristal"

1-Irina Spalko é uma péssima vilã, e Cate Blanchett se entrega a caricatura, nem chegando perto dos outros vilões da série.
2- A história é a pior de todos os filmes. Fraca e sem graça.
3- Sean Connery devia estar no filme, e devia estar nas primeiras versões do roteiro, já que podemos sentir que várias coisas estavam planejadas, idéias e cenas, deviam ter pago uma fortuna pra ele voltar.
4- A química de Harrison Ford e Karen Allen ainda existe, mais não se compara em nada a explosão que foi no filme orginal.
5- A direção de Steven Spielberg é burocrática. Onde estão as cenas memoráveis?
6- Sequências de ação e diálogos fraquíssimos.
7- O final a lá Arquivo X.
8- O filme é preguiçoso em suas locações, que não são lindas como Veneza em "A Última Cruzada" ou Sri Lanka em "Templo da Perdição", a equipe principal nem veio para o Amazônas, veio apenas a segunda unidade.
9- CGI, não era pra existir muita computação gráfica no filme, porém lá está ela arruinando tudo, como na constragendora cena de Mutt e os macaquinhos digitais e as formigas digitais gigantes, que não causam nem de perto o mesmo pavor/nojo/angústia das cobras, insetos e ratos REAIS dos filmes anteriores.
10- Como tudo termina entre os personagens, não funcionou para mim, apesar da piadinha final ser ótima.

Divertido porém decepcionante para os fãs...

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Desviando o Septo - Parte 3

Finalmente depois de uma semana eu chego no consultório médico para retirar o curativo do meu nariz, um curativo que impedia um banho descente e muitas vezes também impedia uma boa respiração. Para falar a verdade, tudo já estava me irritando, e como me irrito fácil muitas vezes dava vontade de pegar uma tesoura e cortar tudo por la afim de poder estar mais tranquilo, mais tudo bem, o dia finalmente chegou.
Tudo feito com muito cuidado já que o curativo é feito de acrícilico então não é das coisas mais fáceis de se retirar, e dói um pouco já que ele está bem grudado na pele, depois dizo uma pequena limpeza dentro do nariz e a pior parte de tudo, tirar as talas de plástico que ficam dentro do nariz, bem no fundo e são grandes, parece que seu cérebro vai vir junto, tamanho o desconforto que é a coisa. Um pequeno sangramento e o ar entrando no nariz tranquilamente pea primeira vez em uma semana, bom, valeu a pena.
Mais um curativo é feito para a minha surpresa, mais um bem simples dessa vez, feit apenas com micropore que o prórpio médico disse que eu poderia retirar depois de 6 dias enquanto estivesse no banho, que novamente seria prejudicado pela impossibilidade de molhar a cabeça de um jeito descente.
Mais seis dias e o fim completo da espera, nariz livre, leve e solto, um resultado que superou minhas expectativas, todos os pequenos problemas estéticos se foram e minha respiração está 100% melhor, e tudo ainda vai melhorar ainda mais com o passar dos meses, agora apenas pequenos cuidados como evitar o sol e continuar mais um bom tempo com a lavagem de soro fisiológico, foi chato e incômodo as vezes, mais valeu muito a pena.

THE END

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Um beijo e nada mais...

Segunda-feira estava assistiondo a um episódio de "Grey's Anatomy" (uma das minhas séries preferidas) e no meio da história descobrimos que um militar com um tumor no cérebro é gay, e seu companheiro de exército na visita é o seu namorado, o jovem se preocuopa pois seu pai não sabe, assim como o exército.
Sabendo que estará participando de uma cirurgia de grande risco o rapaz teme pela sua vida e em certo instante ele e o seu amor trocam um beijo apaixonado, uma cena conduzida e interpretada de um jeito lindo. O seriado é uma das maiores audiências nos Estados Unidos e vai ao ar em horário nobre, e sim, lá um beijo gay na TV aberta não causa choque, não ao menos no ponto que causa na terra tupiniquim. E Por que?
Seá que eles são tão superiores a nós em termos de preconceito? Claro que não
Eles não são moralistas? São, e muito

O grande problema é que por aqui nós somos falsos liberais, tudo bem termos closes ginecológicos na época do carnaval nos desfiles, mais um beijo gay em TV aberta, meu Deus, isso já é demais, é um atentado aos bons costumes ou qualquer outra grande bobagem. Gostamos de vender uma imagem de um país liberal, mais não é bem assim que as coisas realmente são. Nosso moralismo compete e muito com o dos americanos, afinal eles são os maiores consumidores de pornografia do mundo mais quando um seio aparece na televisão, metade do país quase tem um infarte.
Porém parece que lá a questão do beijo gay não é tão discutida, ou tão polêmica quanto aqui e eu não sei por que, o primeiro exemplo desse caso foi no seriado "Dawson's Creek" cerca de 5 anos atrás, um beijo simples entre dos jovens rapazes, aqui cria-se muito barulho, tudo deixado para o último episódio, aumenta o suspense e isso não ocorre. Já por lé, ese beijo veio em episódio normal de um seriado, sem grandes anúncios, inesperado, porém tocante.

Do que temos tanto medo?

domingo, 8 de junho de 2008

Idéias

Uma idéia que um dia parece ótimo no outro não é bem assim, algo genial de manhã não fica tão espetacular a noite e diversas coisas que você tem na cabeça acabam não caindo diretamente em uma folha de papel...
Tenho uma boa idéia para uma peça (pelo menos é o que eu acho) e diversas coisas que eu sei que podem render bons momentos, o problema é transformar algo que não passa de uma idéia pequena para diversas páginas de algo interessante!!